quinta-feira, 17 de maio de 2012

Incinerando drogas

Polícia Civil incinera mais de 150 kg de
drogas apreendidas pelo DRE e JECRIM

 Nonato de Souza
Ascom/SESP
Em 17/05/2012

 
A Segurança Pública – através da Secretaria de Polícia Civil mais de 150 kg de produtos entorpecentes (drogas) sendo em maior quantidade, a cocaína e maconha.
O ato aconteceu na manhã desta quinta-feira 17, nos fornos da Cerâmica Isseracre, no Distrito Industrial com a presença de todo “staf” da Segurança Pública, tudo registrado pela mídia de Rio Branco.
O secretário de Polícia Civil Emilson de Farias disse à imprensa que a droga faz parte das apreensões realizadas pela Delegacia Especializada de Entorpecentes (D.R. E) e pelo Juízado Especial Criminal de Pequenas Causas – JECRIM. Neste caso, em pequenas quantidades apreendidas em poder de usuários.
O delegado titular da D.R.E Pedro Paulo, explicou que a droga incinerada faz parte de 130 inquéritos cujos processos já tramitaram em julgado. 
Na prática significa que a droga faz parte dos processos já julgados pela Justiça. O titular da DRE avalia que pelo menos outros 150 quilos já foram apreendidos este ano pela polícia civil e aguardam a liberação da justiça para que também sejam incineradas.
Secretário  acredita ser maior a quantidade
de drogas que circula no Estado
O secretário de Segurança Pública Ildor Reni Graebner, disse que queima da droga representa uma simbologia do esforço das polícias em um trabalho integrado para retirar de circulação a droga e os traficantes. 
Reconheceu que é pouca em relação à droga que deve circular pelo Estado. Ainda assim, elogiou o trabalho da polícia, com as condições impostas por falta de recursos e material humano.

“Felizmente o nosso Governador tem olhado com muito carinha para este setor e já autorizou à abertura de concurso público para novos agentes de polícias civis e militares até o final deste ano”.
Cães adestrados serão armas
Poderosa contra traficantes
Após a solenidade de incineração das drogas, Reni Graebner foi ao quartel do Batalhão de Operações Especiais (BOP) verificar as obras de construção do Canil da Polícia Militar. Ao todo são vinte ambientes com todas as acomodações recomendadas para abrigar e adestrar os animais.
O secretário Reni Graebner reconhece a importância dos cães como ferramentas de abordagem e identificação de drogas camufladas em diferentes formas por traficantes e lembra que por ocasião das buscas pelos restos mortais de menino Fabrício, foi trazido animais do canil do Corpo de Bombeiros de Goiás para auxiliar nas buscas.
“O canil tem alto investimento financeiro plenamente justificável pela importância que os animais representam nas investigações policias”.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Ação contra roubos

Segurança monta estratégia
para combater roubos na capital
Nonato de Souza
Sesp/Decom
Em 07/06/2012


Comandantes militares das regionais de Segurança Pública da capital se reuniram na tarde desta segunda-feira, dia 7, no gabinete do Secretário de Segurança Pública Ildor Reni Graebner, para discutirem as estratégias de contensão da incidência de roubos  em determinados bairros.

Um mapa da situação montado a partir de dados catalogados por analistas criminais mostram onde, que dia da semana e horários  onde os roubos estão ocorrendo, bem como o perfil dos infratores.
Com o conhecimento destes dados, cada comandante de cada delegado, pode montar sua estratégia de ação para identificar e autuar  os deliquentes.

Graebner afirmou que a Segurança Pública trabalha com inteligência e a investigação qualificada. “Desta forma, baixamos os índices de criminalidade no ano passado. Este ano tivemos algumas dificuldades porque cancelamos algumas operações para nos unirmos a Equipe de Governo convocada para socorrer ás vítimas da alagação.
Agora que a situação dos desabrigados está sob controle, vamos acelerar  os procedimentos  para conter à ação dos  deliquentes”.
Audiência Pública em Sena Madureira reúne
comunidade para tratar de Segurança Pública

Nonato de Souza
SESP/ASCOM
Em 05/05/2012




Um dia após às autoridades em Segurança Pública promoverem uma reunião com judiciário, Ministério Público, delegados e comandantes militares, para tratar da Segurança Pública, a Câmara de Vereadores de Sena Madureira, - distante 145 km de Rio Branco – promoveu uma Audiência Pública para tratar do mesmo assunto.

A audiência aconteceu no Centro Cultural Maria Inês do Vale Anute, localizada no bairro do Bosque, com excelente participação da comunidade.

Entre as autoridades, o secretário de Segurança Pública Reni Graebneer, o comandante da Polícia Militar, coronel-PM José Anastácio dos Reis, o Secretário de Polícia Civil Emylson Farias, comandante militar regional Coronel Marcelo Antônio Vitor, promotora de Justiça Patrícia Paulo da Silva, delegado de polícia Antônio Aucestes, prefeito Nilson Areal e o Padre Paulino Baldassari. O Juiz Ednado Muniz, representando o judiciário não apareceu nem mandou representantes.

O comandante da PM de Sena Madureira major Moncoda, fez uma análise das ações desenvolvidas pela PM nos últimos quatro meses. Lamentou o esforço desperdiçado na detenção de delinqüentes, soltos horas após, por força de uma legislação condescendente e com inúmeros benefícios aos infratores.

A disputa pelo comando de pontos de venda de drogas entre duas gangs rivais em bairros diferentes, seriam responsáveis, na opinião do comando militar e delegados de polícia civil, pelos homicídios e queima de residências.

Ao final da audiência o Secretário de Segurança Reni Graebner, disse que a iniciativa da Câmara de Vereadores assim como da Prefeitura e demais instituições é fundamental lembrando que “todos tem a responsabilidade social de contribuir dentro das limitações de cada um, para conter a violência”. E voltou a lembrar que a segurança é de responsabilidade de todos.

domingo, 15 de abril de 2012

Briga em Família

Para prejudicar irmã, delata existência
de  gato na luz que ele mesmo fez
 
Quem inda não ouviu a frase. “Quando entra o dinheiro à amizade vai embora”. É bastante comum briga judiciais entre irmãos na disputa por herança. Há relatos que apesar da vivência, custamos acreditar.
Neste breve relato omito o nome das pessoas envolvidas. São bastante conhecidas onde moramos. Para não ter problemas na Justiça, vou usar nomes fictícios. 
Terezinha veio do Rio de Janeiro onde viva sem maiores problemas, para fazer companhia ao pai, cuja saúde está comprometida após a morte da esposa.
A família é grande mais todos os demais filhos alegram motivos diversos para não cuidar do velho pai doente. Assim Terezinha chegou e passou a administrar a pensão da mãe, que era servidora pública federal aposentada.
Ai começou a discórdia, pois um dos irmãos acredita que sendo o dinheiro da mãe é também dos demais filhos e não de uma única filha.
A casa onde Terezinha vive a cuidar do pai foi do irmão “encrenqueiro” até antes de ele trocar com o pai em uma boa chácara. Agora desistiu da chácara e quer a casa de volta, mesmo que para isso o velho pai vá morar na chácara que era dele ou então, morra.
Tentou todas instância judiciais e perdeu. O pai é incapaz e está sob a guarda da irmã que naturalmente precisa da aposentadoria da mãe para manter se e cuidar do pai.
Revoltado e vingativo, o “encrenqueiro” ligou para a Eletroacre delatando onde havia um gato naquele imóvel, há pelos menos uns dez anos.
Os fiscais foram ao local derrubaram parte do muro. Descobriram o que não poderia descoberto, não fosse à informação passada por quem conhecia o roubo de luz.
A irmã recebeu um anotificação e foi multada em mais de 7 mil.
Ai, o feitiço virou pro lado do feiticeiro. Com provas que não mora no imóvel há mais de três anos, Terezinha registrou uma queixa crime contra o irmão, acusando de fazer gato na energia elétrica e tentar incriminá-la por vingança.
Agora o “encrenqueiro” vai ter muitas dores de cabeça para explicar a existência do gato que mandou fazer e que só ele sabia.
O leitor aí avaliou o tamanho da “tuia”?

sábado, 14 de abril de 2012

Com a corda no pescoço

Relação estranha dos comerciantes com o Governo

É mais barato alocar carros em Goiânia que no Acre
Lula (o daqui), assim que nem eu, há muito passou dos 30 e sabe tanto quanto, que quando se trata de comerciantes, a medida do “ter” não enche nunca. Exemplo?
Lá em Cruzeiro do Sul, frutas, legumes e hortaliças era objeto de luxo e preços estratosféricos durante todo inverno. Abria a BR-364. Era o mesmo que chuva torrencial em época de seca no Nordeste. Alegria geral.  Os preços que despencavam. 
Agora com a estrada aberta durante o inverno os meninos travessos baixaram algo em torno de 20% . Ficou muito acima da redução de preços de anos anteriores. Ou seja. A vaca pode até tossir que não abrem mão dos lucros exorbitantes que estavam acostumados a cobrar.
Mas ai voltando o ”Lula” (o daqui). Pergunta o leitor:
Onde ele entra nessa história?
Bem é que em sua concorrida coluna política questiona à atitude do DETRAN-Ac em alocar carros com placa de Goiânia, ao invés de priorizar os carros do Acre. Elementar, meu caro Lula!  Tente fazer cotação de preços ente os veiculos alocados no Acre e em Goiânia! Você vai se surpreender com a diferença de preços.
Numa época não tão distante assim, Orlei ( o Cameli) adquiriu carteiras escolares no Paraná  para equipar as escolas da rede  estadual. Nossa! Quase foi crucificado.
Justificou: “O que gasto para mandar construir uma carteira escolar no Acre compro cinco no Paraná e... com muito mais qualidade”.
Entendeu o “espírito da coisa” Lula? Os comerciantes não mantém com o Governo, uma relação comercial. Fazem extorsão.
Pronto! Falei..

sábado, 7 de abril de 2012

ESCREVER É UM ATO E TODOS PODEM, NASCER JORNALISTA É UM DOM; QUAL A SUA CATEGORIA? - News Rondônia

Aqui nesta reportagem voces podem saber um pouco mais sobre a profissão de jornalista. E entender  quando faço o seguinte desabafo: Ser Jornalista é o ato de engolir sapos e arrotar pererecas!

ESCREVER É UM ATO E TODOS PODEM, NASCER JORNALISTA É UM DOM; QUAL A SUA CATEGORIA? - News Rondônia

sábado, 24 de março de 2012

Morre Chico Anízio Show

Alguns políticos nos salvaram da

orfandade de bons humoristas


Sexta-feira, 23 e março de 2012! Uma data a ficar na história! Morre Chico Anízio, o maior humorista do  Pais. O Brasil ficou mais triste.  O destino calou Xaulyn  e Chico Anízio. Só não ficamos órfãos de bons humoristas, porque temos  políticos a nos matar de rir...

Agora mesmo estamos “rachando” de dar risada com a idéia de um palhaço tupiniquim digno de um “Circus du Solei”.
Ele é tão bom, que apenas pensou em apresentar um certo projeto e ninguém consegue ficar sem uma boa gargalhada.
O talento que lhe sobra como humorista, lha falta como político. Nem dá pra dizer que é ruim. Seria modesta deste blogueiro... e fala sério! Coisa que não sou é modesto. O infeliz é medíocre.
Mas voltando ao rei do humor, fino e requintado, Chico Anízio vai fazer muita falta! Só agora, soube da criação de cerca de 200 personagens. Nem sabia que eram tantos. Chico era tão bom que  alguns humoristas ganharam notoriedade apenas por imitá-lo com perfeição. Maior prova de sua perfeição é que além de tudo que já foi dito sobre ele, o homem era  até  Vascaíno, sim senhor!
E ainda temos o Aguinaldo Silva, autor da Fina Estampa que se perdeu no fechamento da novela e criou uma grande piada “ressuscitando Tereza Cristina, morta por afogamento no porão do barco do “Pereirinha”  mas o barco não naufragou.. Um grande humorista mas... sem qualquer graça.

segunda-feira, 5 de março de 2012

A saúde pública no Acre:

De 1996 a 2012 as
 mudanças nos
últimos 16 anos
Em 1996  - O líder comunitário Expedito Monteiro, pioneiro na implantação do Movimento Comunitário do Acre, faleceu há duas semanas. Durante 18 anos foi  presidente da Associação de Moradores do bairro Abraão Alhab. Era presença  cativa nas reuniões da Umarb – União Municipal das Associações de Moradores de Rio Branco.

Como eu a época editada uma página voltada para  esse segmento no Jornal O Rio Branco, mantinha com ele contatos diversos, por vezes até mais de uma vez por dia. Tínhamos pois,  uma boa relação de amizade e respeito.
Certa vez,  durante uma conversa informal vi seu Expedito chorar. Coisa  rara dado sua personalidade reservada, porém forte.  Me contou da tragédia que tinha se abatido em sua família. Durante  uma discussão em jogo de sinuca em barzinho de propriedade do filho Tabosa, ele (Tabosa) teria interferido para acalmar os ânimos e findou por receber  o tiro que lhe atingiu a perna. A bala teria atingido a veia femoral e ele sangrava em abundância. Levado ao PS  se constatou não haver de plantão um médico Cirurgião Vascular.
O profissional estava de sobre aviso. Havia ido almoçar com a noiva em restaurante no Quinari e seu telefone estava desligado. Tabosa sangrou até morrer dentro do pronto Socorro de Rio Branco, por faltam de Assistência Médica. Isso ocorreu  1996, numa época em que a saúde no Acre era um caos completo.
Seu Expedito bateu as portadas da Justiça em busca de uma indenização que assegurasse no mínimo os estudos dos netos. Tabosa  tinha apenas 32 e era pai de quatro filhos. Anos se passaram e Seu Expedito me contou que a indenização que o Estado ofereceu era uma humilhação.  Ele não aceitou.  Recorreu ao Supremo Tribunal e a sentença favorável só saiu  no ano passado, segundo Etevaldo, irmão de Tabosa. Mas a indenização não é o foco do assunto que pretendo abordar.
Mas isso ocorreu há mais de 16 anos. E hoje?
Em 2012 - Minha mulher, Diva, conseguiu marcar um exame de desimetria óssea no Hospital das Clínicas em outubro do ano passado. Ficou de ser informada (por telefone) quando poderia ir  fazer o exame.
O telefone nunca chegou. No último  dia 27 de fevereiro ela( Diva) retornou ao Hospital para se informar sobre o exame. A atendente do setor de agendamento procurou sua requisição de exames e o localizou sob uma pilha de outros.  Informou que Clínica   não estava aceitando os exames da Fundhação (não disse mais deixou nas entrelinha que a suspensão era por falta de pagamento).
A paciente argumentou que o exame havia sido solicitado em outubro e portanto, há cinco meses. A atendente respondeu que a requisito tinha prazo de seis meses e que, portanto o ainda estava dentro do prazo. Mas que se ela (a paciente) “se quisesse poderia  ligar para a clínica e saber quando seu exame poderia ser feito”.
Diva ligou assim que chegou em casa  e para sua surpresa a recepcionista da clínica respondeu o seguinte: “Não deixamos de atender as requisições do hospital. Se  a senhora e quiser e puder vir ainda hoje temos vaga”.
Diva foi a clínica e fez o exame. Aguarda apenas o resultado para levar ao médico que o solicitou.
Como vemos, pouco mudou nos últimos 16 anos no setor de saúde. Dezenas de pessoas com esteoporose e/outras doenças, estão neste momento falando mal do governo. Estão injuriados por esperarem seis meses para fazer um exame, e sem esperanças de quando o  exame será feito.

O Governo investiu em recursos tecnológicos, estrutura física  impecável e medicamentos  não faltam. No mês passado a secretária de Saúde Suely criticou e causou maior alvoroço entre a classe médica,  ao  se referir a categoria como “Mercenários”.

As pessoas que atendem a população (vide depoimento do médico responsável pelos centro cirúrgico do Hospital das Clínicas  Leia aqui,   não estão nem aí.  Querem que a população morra. Não se importam  se o Governo investe milhões na saúde para que a população tenha um atendimento digno.
Não é o governo que emperra o setor de saúde. São os péssimos servidores  descompromissados, como essa moça que trabalha no setor de agendamento  de  exames do Hospital Geral das Clínicas.  São médicos que não cumprem escala de plantão ou chegam com horas de atraso  ao local de trabalho.  Neste aspecto, entre  o episódio que vitimou Tabosa, o filho do seu Expedito e dona de casa Maria Diva, nada mudou. O atendimento continua péssimo.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A Suely Melo tem razão


Médico no Acre não tem compromisso

com pacientes da rede pública de saúde

Associações, sindicatos, Conselho Regional de Medicina e Conselho Federal, estão em polvorosa. Cheios de melindres com a declaração da secretária de saúde do Acre, Suely Melo, por ter chamado a categoria de "mercenário".

Não precisa pesquisar em dicionários para saber que mercenário é o indivíduo que trabalha apenas por dinheiro.

Claro que na essência, todos somos mercenários. Mas há as profissões vocacionais. Bombeiros, policiais, padres, médicos, jornalistas... sabem que além do dinheiro, as profissões que escolheram tem mais vocação que visão financeira. Eu mesmo tenho reiterado que meu salário é uma merda... mas foi a profissão que escolhi.
Mesmo que ninguém aceite trabalhar de graça - nem poderia ser ao contrário -, há ocasiões em que o social e o humano falam mais alto em nossos corações. Os médicos, com raríssimas exceções, são mercenários sim. Tem como visão fim, o lucro. O enriquecimento rápido.

No acre, falamos com conhecimento de causa. A maioria absoluta trabalha em vários locais ao mesmo tempo e usam como justificativa que ganham pouco. Claro, se todos os brasileiros analisares os ganhos com os salários pagos aos políticos como referência... ganhamos realmente uma miséria. Não são apenas os médicos.
A categoria pode até ganhar pouco, dependendo da ambição de cada um. Pelo que consta um médico da rede pública não ganha menos que 4 mil por mês. Salário sonhado pela maioria dos brasileiros e até por este humilde jornalista.
Ao levantarem a bandeira da decência e protestar com razão a contra a pecha de mercenários, deveriam despir-se de suas túnicas brancas e dissimularem ser usuários comum da rede pública de saúde.
Acordar as 3hs da manhã. Ir para a fila de um posto médico. Receber uma ficha para atendimento médico. Esperar até as 14 hs e receber  a informação que o “doutor não vai atender hoje”.
Jogam para o governo. “Não somos culpados pelo caus. É o governo que não paga o que merecemos”.
Não cumprem escala de plantões  e faltam ao trabalho... Será mesmo ogoverno o grande resposnsável pelo opéssimo atendimento a população?
Estes dias, fui submetido a exame de ultrossonagrafia após um agendamento que durou 23 dias. O exame tem que ser feito com a ‘bexiga cheia’ e agendado para às 19hs. Questionado o horário foi dito que o doutor não poderia atender noutra hora,  "porque atendia também no consultório dele e no Hospital Santa Juliana".
O doutor chegou no horário mas bem estressado. Mandou dispensar uma paciente porque sua obrigação era atender apenas 12 pacientes. Ele  tinha 13 exames para fazer.
De nada adiantou as suplicas da  infeliz  junto a assitente do médico: “Marquei esse exame há vários dias. Não tenho mais como adiar. Não posso fazer em clínicas particulares. Peça-lhe que me atenda pelo amor de Deus”.
A asistente volta ao médico e retorna com a seguinte resposta: “Lamento senhora, o doutor disse que só vai atender os 12 pacientes que ele tem obrigação”. A paciente em questão era a de numero 12 mais um dos pacientes iria fazer dois exames.

E... para que o Conselho Regional de Medicina não venha com “Nota de Solidariedade” e me chamar de mentiroso, o nome do medido em referência é; José Andres Vargas Rousseau e atende também na UPA do Tucumã.
Fosse em sua clínica particuçlar teria mandado a peciente embora? Seria ele um dos médicos a quem se referiu a Suely Melo? O Leitor que tire suas conclusões.